Home Data de criação : 07/10/30 Última atualização : 11/10/17 17:56 / 10 Artigos publicados

Agora é o Morrimento quem entrevista xD  (relevantes) escrito em domingo 04 novembro 2007 20:50

ihiohiohiohioh
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Tobby Entrevista capitão morrimento!  (relevantes) escrito em domingo 04 novembro 2007 20:02

Muito engraçado!

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Capitão Nascimento!  (relevantes) escrito em domingo 04 novembro 2007 16:41

Wagner Lindão!!!
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Pseudo-inteligência  (Memórias...) escrito em sábado 03 novembro 2007 16:07

Já me disseram que eu falo difícil não, que sou pseudo-inteligente. Foi triste, na verdade muito triste porque quem me disse, não diretamente, foi um ex-namorado. (Terminamos recentemente) discutíamos muito e certa vez ele disse que usava palavras difíceis e em desuso e que eu estava sendo fresca. Isso me irritou muito, não pelo fato dele ter me chamado indiretamente de pseudo-inteligente, mas sim por eu ter passado oito meses com uma pessoa que não sabe o significado da palavra “Caturrice” pelo amor de Deus! Minha vó me dizia: “deixa de caturrice, menina!” Ou não seja caturra”! Tão natural é essa palavra, e o bobo veio interpelar-me logo por ela. Tolo! Certa vez, numa de nossas inúmeras altercações ele disse “você não pode ficar nessa dubiedade”. Eu ri, fingi que não conhecia o significado da palavra e perguntei: “O quê?”E ele lá, com maior ar de arrogância, todo ditoso, triunfante por eu não conhecer essa sua palavra nova. No momento eu ri, mas depois fiquei com raiva. Eu não tenho obrigação de deixar de usar minhas palavras que custei a aprender, só por quê tenho um namorado que não me entende, eu falo do jeito  que eu quiser e bem entender.Meu queridíssimo Fernando Sabino chamava isso de: “Tecnolês” A boca é minha, o conhecimento é meu! Não irei inutilizar os livros e tudo o mais que li, só por causa de um conformado que não procura um dicionário e já disse, falo o que quiser e como quiser, até palavrão; caralho! porra! 

Mas só não falo estas coisas porque senão igualar-me ia a ele e não quero!

Quero ser o ideal de mulher para um Nelson Rodrigues, isso sim!!!

    
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Ontem a noite  (Memórias...) escrito em quinta 01 novembro 2007 13:48

 A amizade é verdadeiramente essencial, ainda mais quando gostamos de um amigo indiscriminadamente, sem favores, sem nada em troca, só a companhia e a atenção.

 Mesmo sabendo que a maior utopia do homem é achar um ouvinte, vivo na ilusão

de ver este ouvinte nos meus amigos, e mais precisamente numa amiga amável que

Deus colocou em meu caminho! Seu nome é Rosangela Barros, uma doce menina, a qual

me identifico, não só pela idade, mas pelos sonhos e determinação em realiza-los, nós até brincamos às vezes, por sermos tão parecidas. Só umas poucas dessemelhanças: Ela ama

a todos, é amável, paciente e boa ouvinte, sou totalmente o contrário! No mais nos identificamos.Na verdade: “Onde começa Rosangela e onde eu termino?” Srsrrsrsrsrsrs

O melhor são nossas risadas maléficas, quando tentamos entender os Homens, mais

 precisamente um, que nós temos em comum, seu nome é Dem#%¨@&...

Acho melhor não dizer!

Bem, numa de nossas conversas metafísicas, ela com uma ótica socialista, eu

totalmente arbitrária, percebemos que pessoas, não muito diferentes de nós,

que não tendo sonhado e programado fazer algo “escandaloso” eu diria

 talvez, expressando melhor, “mirabolante” conseguiram peripécia sem

nunca sonhar em faze-lo, como: viajar ao exterior 

sem mais nem menos... Conseguir um carro, passar no vestibular, essas coisas.

E nós, que temos sonhos tão mais simplórios, vivemos no medo de não realiza-los,

achando até que já está demorando demais, que já deveria ter acontecido. Por que?

É a grande incógnita!

Ontem discutíamos isso! À noite, uma rua linda, arborizada, orvalho nos meus cabelos,

 um futuro tão próximo, tão bem desenhado pelas nossas mentes, que quase podíamos toca-lo...

Cheguei a conclusão, quando nos despedimos, que, bem, sei que é totalmente infantil e

ingênua essa visão, mas é a coisa mais provável; entendi que nada acontece por acaso,

tudo está escrito, a exemplo à nossa amizade, que começou totalmente despretensiosa, na rua de

minha casa, descobrimos, despretensiosamente, o francês em comum, o ideal de homem,

O passado assombroso, e a mesma vontade de ser mais do que somos... E penso que se já tivéssemos realizado os nossos sonhos, nunca nos conheceríamos, nem nos veríamos.

E como ela mesma citou, apropriando os versos da canção de Los hermanos :

“ Hj até quem me vê lendo um jornal na fila do pão, sabe que eu te encontrei”!

Deus permita que seja simples e pura nossa amizade, enquanto durar.

 
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